Associação de Mídia Afro ministra workshop para discutir a adoção do Ioruba como referência cultural pelo IPHAN

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Texto: Sérgio d´Giyan

atualizado em 02.07.2017 12:31

O Templo de Jagun, localizado no bairro de Bonsucesso, zona norte do Rio de Janeiro, será palco, no dia 14 de julho, do worshop “Iorubá – idioma de resistência”, que irá abordar a adoção do idioma africano no INDL – Inventário Nacional de Diversidade Linguística, como referência cultural preservada em curso pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O evento é decorrência do seminário realizado, no mês passado, nas dependências do IPHAN, com a participação de diretores e técnicos daquela instituição.

A discussão é necessária para que os adeptos dos cultos afro-brasileiros possam estar informados da importância que o assunto requer. O iorubá será o primeiro idioma africano a receber esse conceito, dado até agora aos idiomas de origem indígena, como o tupi-guarani, por exemplo. Essa iniciativa, impulsionada pela ANMA, Associação Nacional de Mídia Afro, abre o caminho para que os outros idiomas de origem africana, como o bantu, quimbundo, quicongo, fon, e que são faladas dentro das casas de santo possam ser preservadas e incluídas no INDL.

O Templo de Jagun fica localizado na Rua Saint Hilaire, 60, em Bonsucesso, próximo da saída 7 da Linha Amarela.

Programa
19h00 – Recepção aos convidados
19h20 – Boas-vindas por Pai Renato d´Obaluaiyé – Vice Presidente da ANMA
19h30 – “2013/2017 – ANMA e sua trajetória” por Ignez d´Yansã e Sérgio d´Giyan – Diretores da ANMA
20h00 – Palestra: “O Idioma Ioruba e sua Importância Histórica e Cultural” por Marcio de Jagun – Pres. da ANMA
20h30 – Jantar por Nando Festas

 

Cartaz Workshop Ioruba mod IPHAN

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